Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade

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Quem somos

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Constituição do Agrupamento

O Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade foi homologado a 30 de Abril de 2002, por despacho do Senhor Director Regional de Educação do Norte, na sequência da proposta de Constituição do Agrupamento apresentada no âmbito do Decreto – Lei nº 115-A/98, de 4 de Maio.

É constituído por quatro estabelecimentos de ensino, com passados e identidades únicas:
Escola Básica Eugénio de Andrade, sede do Agrupamento, situada na Rua Augusto Lessa, 4200-098 Porto;
Escola Básica Augusto Lessa, Rua de Augusto Lessa nº 402, 4200-098 Porto;
Escola Básica Costa Cabral, Rua de Costa Cabral nº 551, 4200-223 Porto;
Escola Básica do Covelo, Rua Adriano Paiva, 4200-014 Porto.

O Agrupamento assinou Contrato de Autonomia a 11 de Setembro de 2004.
Adquiriu o estatuto de estabelecimento de ensino de referência para o ensino bilingue de alunos Surdos em 11 de Abril de 2008.

Localização geográfica

Distribuição geográfica

O Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade está situado na freguesia de Paranhos, na zona oriental do Concelho do Porto. Esta é a terceira freguesia mais populosa do país e apresenta uma área de 7,32 Km2. Confronta-se, a Norte, com São Mamede de Infesta (Concelho de Matosinhos), Águas Santas e Pedrouços (Concelho da Maia); a Nordeste, com Rio Tinto (Concelho de Gondomar); a Leste, com Campanhã; a Sul, com o Bonfim e, a Sudoeste, com Cedofeita (freguesias do Concelho do Porto).

A freguesia

Os registos históricos referem a existência desta região já antes da fundação do Condado Portucalense, tendo sido habitada por árabes que aí se mantiveram até ao século X. Um aglomerado de aldeias e lugares deu origem a S. Veríssimo de Paranhos que, até 1873, pertenceu à Terra da Maia da qual foi concelho, conforme foral concedido por D. Manuel I, em 1519. Passou a fazer parte das freguesias do Porto, a 27 de Setembro de 1837, como periferia da cidade, integrando o 1º Bairro Oriental.
Outrora densamente arborizada e essencialmente rural, possuía águas em quantidade que abasteciam a zona central da cidade e as fontes espalhadas pelos lugares da freguesia.
No decurso do século XX, Paranhos urbaniza-se com a construção civil a elevar a altura das habitações e a pavimentar os caminhos. Gradualmente, são rasgadas as artérias de comunicação ao centro do Porto o que faz multiplicar a sua população. A construção da Via de Cintura Interna e da Auto-estrada Porto/Braga/Penafiel causa um violento impacto nos espaços verdes da freguesia e apaga os últimos traços de ruralidade que ainda se podiam desvendar no final dos anos oitenta. Resta-nos a Praça do Marquês de Pombal, linha de defesa da cidade nas invasões francesas e durante o cerco do Porto, inaugurada como jardim em 1898; a Arca de Água, local do confronto entre Antero de Quental e Ramalho Ortigão, ajardinada e aberta ao pública desde 1920, onde se realizam as festas da Senhora da Saúde; e a Quinta do Covelo, um dos espaços verdes mais importantes da cidade, dotada de equipamentos de lazer e para a prática de desporto.

A População

Consequência da urbanização de Paranhos foi o aumento exponencial da sua população que, actualmente, atinge cerca de 70 mil habitantes. Nas últimas décadas do séc. XX, este crescimento ficou a dever-se à construção de vários bairros sociais onde vivem 30% dos residentes, nomeadamente nos Bairros do Outeiro, da Agra, do Amial, Bom Pastor, Carriçal, Paranhos, Regado, Azenha e S. Tomé.
Por outro lado, aqui se expandiu um dos maiores pólos universitários da Europa que reúne inúmeras faculdades, Escolas, bibliotecas e institutos, estatais ou privados, bem como os respectivos serviços de apoio. Os 54000 estudantes e os 1863 funcionários, dos quais 1122 são docentes e 26 investigadores, contribuem, decisivamente, para a dinamização económica e cultural da cidade.
O comércio emprega uma parcela significativa (26%) da população trabalhadora desta freguesia. 21% exercem a sua profissão em serviços sociais, maioritariamente na saúde e no ensino. 16% trabalham na indústria, sendo mais saliente a especialização nos ramos da borracha, plásticos, têxtil, vestuário e calçado. 14% prestam serviços a
empresas destacando-se uma forte tendência para os de limpeza industrial. 12% labutam no sector da restauração, 7% na construção civil, 3% nos transportes e comunicações e 2% nos serviços financeiros.

 

 

 

 

 

 

Actualizado em Terça, 03 Outubro 2017 08:16